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A vitória pode estar nos boxes

A vitória pode estar nos boxes

Hoje em dia, nas corridas de fórmula 1, é comum ouvirmos sobre as estratégias das equipes quanto às paradas nos boxes, e quanto elas podem decidir as corridas, e até os campeonatos.

Não é só nas pistas que tudo é decidido. A cada dia, o fator ?extra pista? ganha mais corpo na briga por títulos, e seu espaço aumenta cada vez mais dentro das estratégias de cada equipe no mercado do esporte.

Se olharmos o que acontece nos boxes de uma equipe, é possível ver um trabalho sincronizado em questão de milésimos de segundos, fazendo com que cada piloto volte o mais rápido para a pista e brigue por seu lugar ao pódio.

Qual a melhor estratégia?

O número de paradas?

Parar no início, no meio ou bem mais próximo do final da corrida?

E você?

Mudando o foco de corridas para você e sua carreira, quantas vezes você já parou e foi para os boxes?

Parece estranho, mas imagine o quanto você poderia ganhar tendo uma equipe pronta para mostrar-lhe o que precisa mudar e ajudar-lhe a voltar à sua corrida ainda melhor?

Uma das perguntas mais pertinentes nesse momento:

Será que hoje você possui uma equipe treinada, inspirada, alinhada, capacitada para agir, disposta a ajudar, ou sua equipe está torcendo para que você quebre na pista e seja ultrapassado por outros?

O ideal seria:

Se sua equipe estiver pronta a ajudar, ótimo! Mas será que você está pronto e preparado para ouvir e receber o que e como eles podem lhe ajudar?

Voltando alguns passos:

Como está o ritmo de sua carreira hoje?

Alguns profissionais levam suas carreiras como uma prova de grande duração. Não exigem o máximo de si para não gerarem uma quebra e não desgastarem demais as peças e até a si mesmo. Não deixam o nível de energia baixar tanto. Mantém o ritmo com resultado previsível, em uma zona segura, com total controle.

Esse mesmo grupo raramente para no Box, sabendo que, ao parar, alguns ajustes e até possíveis mudanças poderão ser sugeridas. Assim, o líder e sua zona de total segurança e controle serão ameaçados.

Um segundo grupo de profissionais, arriscando-se um pouco, adota uma postura mais arrojada, parando mais vezes nos boxes. Ouvem sobre ajustes, mudanças de rota, feedbacks, trocas de peças. Porém, ao voltar a pista, passam a repetir os comportamentos do passado, os mesmos erros em sua corrida. Consequentemente, retornam aos boxes para trocar as mesmas peças, e não entendem o porquê de sempre passar pelas mesmas situações. Para eles, o mais provável, é que a culpa seja da chuva, da equipe, do Todo Poderoso ou de qualquer outro alguém.

Já o terceiro grupo, esse sim! Sabe a importância e os momentos certos de usar os boxes. Para isso, seguem os passos abaixo:

O primeiro não começa na corrida e sim na véspera, quando equipe e Líder traçam juntos quantas vezes eles irão se encontrar (paradas nos boxes), para fazer alinhamento, ajustes, consertos.

Segundo: o Líder sabe que pode correr tranquilo, uma vez que sua equipe está nos boxes devidamente treinada e que, quando acionada, estará preparada para fazer em segundos o que foi capacitada durante meses.

Terceiro: durante qualquer jornada, é necessário fazer ajustes, da mesma forma como um lápis que precisa ser apontado para voltar com uma ponta mais firme e escrita mais precisa. O problema é que alguns líderes se envergonham de dizer que erraram ou precisaram corrigir sua rota em algum momento.

Quarto: o Líder sabe que não tem como ser melhor do que cada um de sua equipe individualmente, e por isso precisa da pessoa certa no lugar certo, o melhor talento para a melhor posição, de maneira interdependente, sem o ?ego? na disputa.

E por último: o Líder, ao bater na porta da sala de reuniões e encontrar toda a diretoria reunida para homenageá-lo pelos grandes resultados alcançados, deve saber que apenas cruzou a linha de chegada para um grande time que trabalhou, suou e acima de tudo o honrou por deixar?se liderar.

?Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer?.( Ghandi )

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