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Você se transforma naquilo que cultiva

Você se transforma naquilo que cultiva

Em maio deste ano, uma Coachee me confidenciou que eu, como Coach, acreditava mais em seus talentos e sua capacidade de liderança do que ela mesma. Eu a respondi dizendo que isso era bem curioso e fiz a seguinte pergunta:

“Quer dizer que eu acredito mais em você do que você mesma?”

Ela me respondeu “sim, não é bem isso, mas é isso” e sorriu!

Imediatamente pedi que anotasse uma frase que eu ditaria, e que colocasse em seu espelho. Eu a fiz prometer que leria essa frase pela manhã, todos os dias, pelo menos 5 vezes:

A diferença entre o que podemos fazer e o que somos capazes de fazer poderia resolver a maioria dos problemas do mundo” (Ghandi)

Um dos maiores obstáculos para as pessoas pode estar diretamente relacionado à capacidade de acreditar em si mesmas. Algumas pessoas acreditam fielmente que jamais chegarão a brilhar em qualquer cenário, e que estão fadadas ao anonimato, pois não possuem brilho, potencial ou talento algum.

Não acreditar em si é colocar um teto. É focar no que é, e não no que poderia ser!

De acordo com John Maxwell, nosso potencial é um presente de Deus para nós. Nossa retribuição para Ele é cumprí-lo da melhor forma possível”.

Para ajudar-lhe a refletir em como liberar seu potencial:

Você se transforma naquilo que de mais profundo é cultivado dentro de você!

 Capa de Revista!

Imagine-se na capa de uma revista de grande circulação, mega produzido, no auge de seu potencial.

Como seria essa imagem? O que estaria nela? Quem estaria com você?

Onde você estaria e como você estaria? Quanto essa imagem poderia trazer felicidade para você?

Lembre-se de que, antes dessa imagem tornar-se realidade, há o chamado making off, envolvendo uma grande jornada, aprendizado, evolução e principalmente o seu poder de acreditar que você é capaz de realizar coisas grandiosas.

“Acredite em si próprio e chegará um dia em que os outros não terão outra escolha senão acreditar em você.” (Cynthia Kersey)

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A vitória pode estar nos boxes

A vitória pode estar nos boxes

Hoje em dia, nas corridas de fórmula 1, é comum ouvirmos sobre as estratégias das equipes quanto às paradas nos boxes, e quanto elas podem decidir as corridas, e até os campeonatos.

Não é só nas pistas que tudo é decidido. A cada dia, o fator ?extra pista? ganha mais corpo na briga por títulos, e seu espaço aumenta cada vez mais dentro das estratégias de cada equipe no mercado do esporte.

Se olharmos o que acontece nos boxes de uma equipe, é possível ver um trabalho sincronizado em questão de milésimos de segundos, fazendo com que cada piloto volte o mais rápido para a pista e brigue por seu lugar ao pódio.

Qual a melhor estratégia?

O número de paradas?

Parar no início, no meio ou bem mais próximo do final da corrida?

E você?

Mudando o foco de corridas para você e sua carreira, quantas vezes você já parou e foi para os boxes?

Parece estranho, mas imagine o quanto você poderia ganhar tendo uma equipe pronta para mostrar-lhe o que precisa mudar e ajudar-lhe a voltar à sua corrida ainda melhor?

Uma das perguntas mais pertinentes nesse momento:

Será que hoje você possui uma equipe treinada, inspirada, alinhada, capacitada para agir, disposta a ajudar, ou sua equipe está torcendo para que você quebre na pista e seja ultrapassado por outros?

O ideal seria:

Se sua equipe estiver pronta a ajudar, ótimo! Mas será que você está pronto e preparado para ouvir e receber o que e como eles podem lhe ajudar?

Voltando alguns passos:

Como está o ritmo de sua carreira hoje?

Alguns profissionais levam suas carreiras como uma prova de grande duração. Não exigem o máximo de si para não gerarem uma quebra e não desgastarem demais as peças e até a si mesmo. Não deixam o nível de energia baixar tanto. Mantém o ritmo com resultado previsível, em uma zona segura, com total controle.

Esse mesmo grupo raramente para no Box, sabendo que, ao parar, alguns ajustes e até possíveis mudanças poderão ser sugeridas. Assim, o líder e sua zona de total segurança e controle serão ameaçados.

Um segundo grupo de profissionais, arriscando-se um pouco, adota uma postura mais arrojada, parando mais vezes nos boxes. Ouvem sobre ajustes, mudanças de rota, feedbacks, trocas de peças. Porém, ao voltar a pista, passam a repetir os comportamentos do passado, os mesmos erros em sua corrida. Consequentemente, retornam aos boxes para trocar as mesmas peças, e não entendem o porquê de sempre passar pelas mesmas situações. Para eles, o mais provável, é que a culpa seja da chuva, da equipe, do Todo Poderoso ou de qualquer outro alguém.

Já o terceiro grupo, esse sim! Sabe a importância e os momentos certos de usar os boxes. Para isso, seguem os passos abaixo:

O primeiro não começa na corrida e sim na véspera, quando equipe e Líder traçam juntos quantas vezes eles irão se encontrar (paradas nos boxes), para fazer alinhamento, ajustes, consertos.

Segundo: o Líder sabe que pode correr tranquilo, uma vez que sua equipe está nos boxes devidamente treinada e que, quando acionada, estará preparada para fazer em segundos o que foi capacitada durante meses.

Terceiro: durante qualquer jornada, é necessário fazer ajustes, da mesma forma como um lápis que precisa ser apontado para voltar com uma ponta mais firme e escrita mais precisa. O problema é que alguns líderes se envergonham de dizer que erraram ou precisaram corrigir sua rota em algum momento.

Quarto: o Líder sabe que não tem como ser melhor do que cada um de sua equipe individualmente, e por isso precisa da pessoa certa no lugar certo, o melhor talento para a melhor posição, de maneira interdependente, sem o ?ego? na disputa.

E por último: o Líder, ao bater na porta da sala de reuniões e encontrar toda a diretoria reunida para homenageá-lo pelos grandes resultados alcançados, deve saber que apenas cruzou a linha de chegada para um grande time que trabalhou, suou e acima de tudo o honrou por deixar?se liderar.

?Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer?.( Ghandi )

Você recebe aquilo que deseja!

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Ao final, somos todos um Número!

Qual é o seu número?

Ok, vou melhorar a pergunta. Será que a empresa para a qual trabalha considera-lhe apenas um número?

Recentemente, em processo de desligamento em uma empresa de alimentos, uma amiga confidenciou-me a dor em deixar a empresa após 10 anos. Ela tomou a decisão de romper aquela aliança, e estava tentada ao novo, com inúmeras possibilidades, e principalmente o reconhecimento financeiro, que era um dos seus principais valores motivacionais naquela fase da vida. Por outro lado, tinha uma história ali, havia passado por muitas mudanças, como a do interior para a cidade grande, casamento, filhos, promoções, premiações e viagens por todo o Brasil. Não era fácil cortar esse laço emocional, o sentimento de gratidão. Partiria para o desconhecido, como uma aventura a desbravar.

Mas, afinal, será que essa breve história é algo incomum? Ou será que é mais comum do que imaginamos?

Todos os dias, milhares de Headhunters espalhados pelo Brasil conectam profissionais a vagas. Com isso, facilitam os processos de tomada de decisão, hora sendo para um salário melhor, uma empresa maior, um cargo maior, uma mudança de estado ou qualquer outra variável que motive o candidato. Isso acontece ao mesmo tempo em que milhões de pessoas desistem de mudar, pelo medo do desconhecido, insegurança, ou de não se sentirem merecedoras, capazes de brilhar. De onde vem isso?

Uma das maiores verdades é que não existe empresa perfeita, e que você deve estar ligado ao que acontece ao mercado. Vivemos na era das conexões, e estar desconectado é estar muitos passos atrás de qualquer outro profissional. Muitas pessoas, em plena zona de conforto, mergulham em suas realidades e se esquecem de que existe vida lá fora. E por estarem mergulhados em suas empresas, passam a ter somente a referência interna de seus líderes, de sua empresa, de seu mercado. Em muitos casos, para piorar a situação, esses líderes não sabem, não estão preparados ou não desejam que o liderado tenha consciência do real valor que tem. Esses líderes sentem-se donos da verdade, são agentes do feedback destrutivo para criar algemas emocionais, a fim de que o liderado pense que é um privilegiado por trabalhar na empresa, e que o mercado jamais o daria a grande e espetacular oportunidade fora dali.

Se você acredita que esteja falando de líderes que você conhece bem, tipo o “Seu”, pare por um segundo e imagine que estou falando de um líder de um outro país, tipo Rússia, caso seu líder pegue você lendo esse artigo.

Isso está muito mais perto do que você imagina e, voltando ao caso de minha amiga, não foi diferente. Certa vez, ela ouviu de um par:

– Não deixe fulana saber o quanto ela vale, pois pode pedir aumento.

E, no momento de pedir demissão, observe a postura do líder:

– Você não vai encontrar outro lugar como aqui, ou algum lugar que lhe entenda e lhe aceite. Fique, será melhor para você.

Quando ela me contou isso, perguntei-me se o líder queria motivá-la, mantê-la na empresa ou dizer simplesmente que aquela empresa era sua única e última opção. Passados dois dias, algo que falo em muitas de minhas palestras aconteceu. A empresa fechou? Faliu? Ficaram desesperados? Pediram pelo amor de Deus para que ela voltasse? Não, a vida simplesmente continuou…

Porque as pessoas sofrem tanto em momentos como esses, sendo que as empresas acabam se reorganizando rapidamente e colocando outro em seu lugar? Será que você é somente um número que, ao dar resultado, cumpre sua obrigação e, ao pisar na bola, se aproxima da rampa de lançamento?

Simples assim? Cuidado!!! A culpa pode ser sua! Você pode estar acomodado e, na sua cabeça, colocando a empresa em 1º lugar, deixando de lado família, amigos, lazer, prazer e principalmente o fator mais importante nessa equação: VOCÊ!

Experimente a postura de se colocar em 1º lugar, aproximar-se das coisas, ações e pessoas que mais lhe motivam e impulsionam. Prepare-se todos os dias para ser melhor hoje do que foi ontem, e muito melhor amanhã do que foi hoje. Colha os resultados de dar o seu melhor todos os dias. Prepare-se hoje para não ter que fazer remendos amanhã.

Uma das coisas que aprendi em minha carreira é que o mercado vê tudo e, se ele vê tudo, permita que ele veja o melhor de você! Mesmo que, para isso, você precise ir para o mercado.

Para a empresa, você pode ser o número 980, mas se você aceitar isso passivamente, terá sempre 979 pessoas a sua frente. Busque seu espaço, mostre-se e veja o quanto é prazeroso ter uma carreira vitoriosa.

E aí? Vai esperar até quando para ser o número 1?

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Algum passado, nenhum presente, e um possível futuro!

Algum passado, nenhum presente, e um possível futuro!

Antônio poupou dinheiro durante 10 anos, até que inaugurou em 2011 a primeira de suas 3 franquias de uma grande rede de perfumes. Hoje, conta com um retorno muito maior do que quando trabalhava como gerente comercial de uma multinacional. Possui carros, um belo apartamento, e sofre por correr o dia todo dando suporte às 3 lojas. Reclama constantemente que não ganha o equivalente ao quanto trabalha.

Claudia possui uma família linda, 2 filhos, um marido trabalhador, um apartamento e um padrão de vida classe média. Geralmente, questiona seu marido sobre quando terá seu próprio carro, que nunca sobra dinheiro e principalmente quando farão uma viagem para a Europa como seus vizinhos?

Ana é professora e trabalha de segunda a sexta, em 3 períodos, para garantir uma ajuda extra no orçamento doméstico. Ganha 35% a mais do que seu marido, mas constantemente se questiona até quando levará a casa nas costas.

São três casos típicos de pessoas que, mesmo possuindo histórias e experiências distintas, compartilham do mesmo sentimento. Não estão felizes e sofrem por algo que ainda não conquistaram!

Você já deve ter ouvido ou visto estampado em uma camiseta algo em torno da expressão “Carpe diem”. Tendo sua origem no latim, foi usada num poema de Horácio. Significa “Curta o Momento”, ou melhor “Não desperdice seu precioso tempo com comportamentos inúteis, medo de arriscar, enquanto a vida passa pelos seus olhos”.

Baseado nas três breves histórias acima, será que eles estão aproveitando o momento para celebrar o que já conquistaram? Ou estão apenas sofrendo pelo que ainda não possuem?

E você? Tem o hábito de reclamar de barriga cheia?

Antônio poupou tanto durante 10 anos que hoje acredita que seu sofrimento deverá ser recompensado rapidamente. Deseja alterar a curva de crescimento de um negócio sólido para uma curva insana e impossível. Quer ter um retorno em meses.

Lição 1: No início de qualquer negócio, assim como em um lançamento de produto, a curva de crescimento do faturamento pode ser muito grande  Aos poucos é que o negócio vai estabilizando num crescimento previsível.

Lição 2: Você já viu um número do Cirque du Soleil? Ele muitas vezes dura de 3 a 5 minutos com uma execução perfeita não é mesmo? Mas a pergunta nesse caso não está ligada à execução, e sim a um importante e sustentável ingrediente para qualquer empresa ou carreira: a preparação! Eles treinam de 6 a 8 horas por dia, durante meses, para ter uma execução perfeita por 3 minutos.

E você? Qual a sua relação preparação x execução? Qual lado dessa sua balança está mais pesado hoje?

Lição 3: Qualquer meta, sonho, objetivo (ou como quiser), deve ser desafiador e não impossível, uma vez que será um dos fatores de motivação e valorização quando na conquista alcançada.

Antigamente, as donas de casa eram, de fato, bem mais valorizadas, algo que diferenciava essas mulheres dentre mulheres. Para Claudia, a história já não é mais a mesma, e algumas lições servirão para abrir seus olhos.

Lição 4: Assim como muitos questionam se o Brasil precisa mais de estádios do que hospitais e escolas, será mesmo que o carro novo vai trazer um benefício para você, ou no final trará um aumento significativo no orçamento doméstico, impactando a todos?

Se Claudia não está feliz com o que tem, imagine vivendo de forma mais apertada financeiramente?

Lição 5: Compare-se a você mesmo!

Seus vizinhos, seus colegas de trabalho, seus inimigos, são todos diferentes de você e, por isso, comparar-se ao outro é como tomar o vinho dos insatisfeitos perpetuamente. Sempre vai ter alguém com mais dinheiro, mais reconhecimento, mais brilho do que você. Compare-se a você ontem, sendo melhor hoje e infinitamente melhor amanhã!

Lição 6: Casamento é constituir estrutura e não mais andar em carreira solo!

Você passa a depender da colaboração do outro, de forma financeira ou afetiva, para enfrentar os problemas. Como um grande time, possuem mais forças juntos do que sozinhos. Pelo menos, é isso que ouvimos antes do famoso “Sim”.

         Lição Final: Faça uma análise de onde começou, o que conquistou e quem se tornou no dia de hoje?

Antônio começou como office boy. Claudia morava debaixo de uma ponte quando conheceu seu namorado que, anos depois, tornara seu marido. Desde então, mudou completamente seu padrão de vida. Ana, por sua vez, trabalhando como estagiária não remunerada, topou dar aulas em 3 períodos, sem que ninguém colocasse uma arma em sua cabeça. Consequentemente, aumentou seus rendimentos, e também estresse e impaciência com seu marido, além de ter uma significativa perda no clima familiar.

Após a análise proposta na lição final, sugiro a você, caro leitor, a pensar se, de fato, tornou-se o tipo de pessoa que gostaria, e ainda se está coerente com quem gostaria de ser em seu futuro?

Pense!

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Basta uma Palavra

 

Você já parou para pensar sobre o poder de uma palavra? Exatamente neste momento, existem pessoas que estão assim como eu e você neste texto, refletindo sobre suas palavras. Para mim, autor, será que conseguirei agregar valor à sua vida através de minhas palavras? Para você, leitor, o que fará com suas palavras após a leitura? Mas porque palavras?

“As palavras são como moedas: uma pode valer por muitas, e muitas não valer por uma”. (Quevedo)

E quanto valem suas palavras?

Os antigos diziam que uma palavra bastava para selar acordos, contratos e destinos, sem a necessidade de assinaturas ou contratos formais. E hoje, com tantos recursos para garantir o cumprimento de acordos, observamos palavras diferentes de ações. Você deseja ter, de verdade, uma vida em que suas ações digam mais do que suas palavras? Ou prefere que suas palavras expliquem suas ações?

“As palavras verdadeiras não são agradáveis, e as agradáveis não são verdadeiras”. (Lao Tsé)

Em um mundo que cobramos transparência, honestidade e sinceridade através das palavras, existem duas reflexões-chave: você está preparado para ouvir as palavras dos outros com transparência, sinceridade, sem ser reativo? Os outros estão preparados para ouvir suas palavras? Em qual dessas situações você tem controle absoluto? Se você não tem controle sobre os outros, porque então exige que compreendam e pratiquem algo que você mesmo não faz ou está preparado para fazer?

Em minha carreira, certa vez ouvi de um Líder, após alguns feedbacks sinceros, a seguinte frase

– Você quer tapinha nas costas ou quer crescer?

Doeu muito. Esforcei-me para atingir um determinado resultado não conquistado, e foi muito indigesto ouvir aquilo. Internamente, meu sentimento era de revolta. Queria voar no pescoço dele. Refletindo melhor, percebi que, na verdade, estava querendo terceirizar algo que era só meu. Considero aquele dia como um dia igual ao de quando colocamos o fermento na massa de pão. Mesmo com o fermento, é preciso respeitar a ordem dos ingredientes, esticar, amassar a massa e principalmente respeitar o tempo do crescimento.

“Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida”. (Desconhecido)

Muitas vezes, a flecha lançada são nossas conclusões precipitadas, julgamentos parciais, dizendo aos outros o que não gostaríamos que dissessem sobre nós mesmos. Antes do disparo, reflita sobre onde, como e para quem está sendo direcionada essa flechada.

Acredito que um dos maiores desafios do ser humano será sempre o uso das palavras na comunicação. Certamente, já conheceu pessoas que dão a volta ao mundo para chegar a uma conclusão, ou simplesmente não conseguem se fazer entender por não terem as melhores palavras. Isso acontece tanto na vida pessoal quanto na profissional. Existem ainda pessoas que usam aquela frase clássica:

– Eu já te expliquei 10 vezes! Não é possível, quer que eu desenhe?

Um ponto a refletir é que, se você explicou sempre da mesma forma, sem se preocupar em entender sobre a pessoa a sua frente, que ela pode ser diferente de você, não adianta explicar nem 1000 vezes! O resultado sempre será o mesmo.

O uso incorreto, no tempo errado ou com a pessoa errada, gera não só ruídos, mas pode também gerar guerras. Acredite, basta uma palavra para você Motivar, Desmotivar, Aconselhar, Treinar, Desenvolver, Criar, Ajudar, Acelerar, Ensinar, Engajar, Perdoar e principalmente Amar.

E ainda, se após ler esse texto, não tiver clareza do que deve e para quem deve falar, segue uma dica:

“A palavra é prata, o silêncio é ouro.” (Provérbio Chinês)

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Você está perdendo o norte da sua CASA?

Você está perdendo o norte da sua CASA?

        Hoje em dia, mais comum do que podemos imaginar, existem Líderes Talentosos perdendo-se ou desviando-se de seus verdadeiros objetivos, de sua visão de futuro. Porém, existem sinais bem visíveis que, se não forem ignorados, poderiam evitar isso!

        – Quando rejeitam as críticas sinceras

Receber uma crítica sincera não significa concordar e baixar a cabeça, mas sim refletir sobre quais comportamentos esse líder teve para ser criticado dessa forma. Quando são criticados, muitas vezes dizem que são críticas isoladas, ou até perseguição de pessoas invejosas, tirando o foco do que realmente interessa.

        Quando cercam-se de defensores que só dizem o que querem ouvir

        Quem os contraria, automaticamente torna-se um alvo em potencial para futuro corte ou para a teoria da conspiração.

        – Quando as pessoas não os confrontam mais

Um dos maiores erros de um líder é subestimar a inteligência de seus liderados e achar que são menos capacitados do que são. As pessoas logo percebem como a banda toca e como o ambiente reage, e adaptam-se a ele. Passam a não confrontar seu líder pois sabem que ele não aceita ideias, muito menos críticas.
Com esse comportamento, não adianta cobrar dessa equipe elementos como comprometimento, engajamento, e assumir uma maior responsabilidade pelos resultados.
Lembre-se: as pessoas se comprometem com o mundo que ajudam a construir e tirar as pessoas desse processo é como colocar um navio sem leme ao mar.

        – Quando concentram-se na gratificação externa, ao invés da satisfação interior

Satisfação interior = Dinheiro no bolso + Status, comparado a outros executivos.
Um sábio em Liderança, Marco Fabossi, diz que “o Líder que não serve, não serve para ser líder”. Portanto, não é errado buscar as gratificações externas! Errado é buscar SÓ as gratificações externas!
Ninguém faz sucesso sozinho!

        – Quando são soberanos do Conhecimento

Perdem contato com a realidade, rejeitando a verdade de que precisam se desenvolver sempre com treinamentos e reciclagens. Assumem a posição de “soberanos do conhecimento”.
Reflita: o mundo muda, o mercado muda, sua empresa muda e, principalmente, você muda!

        – Quando atingem o topo, tornam-se paranoicos, acreditando que alguém sempre está tramando algo para derrubá-los

Eles acreditam que todos os que não concordam com eles, ou que conversam reservadamente pelos corredores, estão tramando algo contra eles. Ao surgir um problema, acabam considerando essas pessoas como bodes expiatórios, e procuram eliminá-las.

        – Por trás da bravura, existe insegurança
Batem na mesa ali, expõem o liderado aqui, na frente de todos, aumentam o tom de voz, dão as chamadas “carteiradas”, mostrando quem de fato manda no pedaço, demarcam o território. Por trás dessa bravura toda, existe a insegurança, ou ainda o medo.
Medo sim! De não terem mais o sucesso que julgam ter por direito, como faraós, ou de serem desmascarados de sua fragilidade como líderes. Já dizia um provérbio chinês: “Se você quer manter limpa a sua cidade, comece varrendo diante de sua casa”.
O “limpar a sua casa” é assumir suas fraquezas como líder, trabalhá-las e superá-las. Muitas vezes, não vai ser um processo fácil e muito menos indolor, muito pelo contrário. O processo de desenvolvimento e crescimento envolve ouvir o que você não quer ouvir para tornar-se quem você sempre soube que poderia ser.
Pode doer na hora, ou até durante algum tempo, mas lembre-se de que quem fala sinceramente com amor, se preocupa com você verdadeiramente, e na contramão disso, quem não fala, com certeza vai deixar você encontrar suas próprias respostas, que inicialmente podem parecer atalhos, mas que no final não levam aos melhores destinos.
Gratificações externas virão como consequência de um trabalho construído, somando a contribuição que você tenha para com a vida das pessoas.
Como Líder, não se esqueça de que você deixa uma marca em cada liderado. Antes de trazer mais pessoas para “dentro de sua casa”, prepare as que já estão lá.
Espero que as pessoas saiam “de sua casa” melhores do que quando entraram.

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As Pontes da Liderança

As pontes da Liderança

É imensurável o valor das pessoas que possuem o talento de construir pontes com outras pessoas, outras áreas e até entre empresas. Chamamos isso de Capacidade de criar relacionamentos, e essas pessoas fazem isso com naturalidade.

Esse talento as coloca em um patamar onde elas conseguem levar as pessoas que as rodeiam a compartilhar de sua alegria, entusiasmo e de um fator extremamente importante: “Empatia”. Sabem se colocar no lugar dos outros e valorizam as pessoas de modo que as pessoas possuam certa gratidão com elas por terem feito parte em algum momento de suas jornadas.

Transformam o ambiente de tal forma que se tornam candidatos ao troféu de Influenciadores do Ano, por cativar pessoas e serem queridos e terem portas abertas por todos os lugares por onde passam.

Ninguém faz sucesso sozinho e, baseado nessa premissa, eles partem para fazerem associações e parcerias para que tudo aconteça e principalmente buscam quem complemente aquilo que eles não possuam ou possuem parcialmente como talentos ou conhecimentos.

Neste momento, olhe para sua rede de contatos e faça um balanço de quem você conhecia 1 ano atrás e quantos acrescentou em sua rede até hoje e quantos mantém contato verdadeiro hoje?

Vamos levar para o campo da Liderança uma vez que esse grande tema tem como uma de suas principais definições, a capacidade de influenciar pessoas e certamente, construir pontes é de certa forma, ligar um ponto a outro.

Encontramos uma situação alarmante. Líderes acabam permitindo que o ambiente de pressão por metas, projetos e resultados dominem totalmente seu gerenciamento inexistente de tempo e ofusquem  sua capacidade de ter tempo para estabelecer conectividade com as pessoas de suas próprias equipes e com isso acabam por não conhecerem seus liderados tendo um relacionamento bem superficial com eles.

Isso com o tempo cria o que chamamos de pontes feitas de madeiras construídas às pressas e sem o devido projeto  que a qualquer momento ao distanciamento de seu liderado, uma forte tempestade pode vir e derrubar essa ponte sem que esse líder se dê conta de quando começaram os primeiros sinais de nebulosidade e as primeiras gotas de chuva.

Se o Líder não cuida das pontes de sua própria equipe, imagine da ponte entre áreas, entre empresas e entre as tendências de mercado fora dos muros de sua empresa?

É preciso corrigir o que está no seu controle como sua habilidade de lidar com sua equipe do que querer buscar ter contato com o que está no outro lado da ponte.

Existe ainda quem diga que o relacionamento interpessoal funciona exatamente como o processo de vendas onde você precisa sempre estar atento para não perder o cliente, fazendo com que ele mantenha a fidelidade superando suas expectativas sempre.

Se isso é verdade ou não, eu já não sei e por isso irei convidá-los a descobrir comigo!

Vamos focar nesse simples exercício, filtrar somente em sua equipe ou nas pessoas mais próximas:

Primeiro, liste quais são as pessoas de sua equipe listando em ordem de proximidade com você através de um ranqueamento:

1:_______________2:______________3:______________4:_______________

5:_______________6:______________7:______________8:_______________

Agora, faça uma lista com essas mesmas pessoas inserindo ao lado do nome de cada uma o quanto e o por quê cada uma é importante para você?

Em seguida, cite como você está mantendo contato hoje e com qual frequência;

Qual será a ação para você surpreendê-la e mostrá-la o quanto ela é importante para você?

Qual será seu plano para manter uma sequência de follow up e não perder contato, lembrando que quem não é visto não é recordado.

Lembre-se que aqueles que estão mais distantes são os que podem nos desenvolver mais em nossas habilidades de criar relacionamentos, pois com certeza possuem características mais distintas comparadas as nossas.

As pontes que construímos nos levam a lugares bem maiores do que as margens do outro lado do rio levam ao coração das pessoas.

 

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Duvide de seus planos, mas não duvide de sua Paixão!

Duvide de seus planos, mas não duvide de sua Paixão!

Você já parou para pensar no que uma pessoa apaixonada é capaz de fazer?

A paixão cria fogo, logo é algo incomum. Ela gera energia suficiente deixando as pessoas mais energizadas. As pessoas apaixonadas assumem maiores riscos, encaram desafios que não encarariam normalmente, têm uma força e, principalmente, uma resiliência das quais elas não imaginam sua fonte, a não ser sua mais profunda paixão.

Numa aula de MBA, em 2005, quando Paulo Alvarenga (P.A.) abordou o tema “missão, visão e valores”: O que você quer para sua vida? Como você quer ser reconhecido pelas pessoas? Como você quer impactar o mundo? A cada nova provocação eu olhava para minha carreira e vida pessoal até então e via que não estava feliz, fazia parte de um grupo que buscava ter um emprego ao invés de fazer o que amava.

Estava entediado, frustrado, perdido mesmo e naquele dia descobri, após muitas provocações, minha mais nova paixão: desenvolver pessoas. Inspirar e despertar o sonho nas pessoas como o P.A. fizera comigo. Após aquela aula de MBA, uma paixão me ajudaria a enfrentar não só uma longa transição de carreira, mas entrar de vez em uma jornada estreita chamada caminho da felicidade.

Em um dos muitos episódios posteriores, estava quase sem dinheiro em casa e tive de ir a feira livre comprar batata, tomates e outras coisas pequenas, lembro-me que tinha que esperar a famosa hora da “Xepa” ou do famoso tudo por R$ 1.00, pois tinha apenas R$ 4,00 no bolso.

Imediatamente vinha a minha cabeça questionamentos sobre o que eu estava fazendo correndo atrás de um sonho de desenvolver pessoas, sendo que a cada dia a situação financeira apertava mais e mais. Eu ficava triste tendo de comprar 2 batatas, 3 tomates e assim por diante…. me questionando com Deus se estava no caminho certo, olhava para minha esposa que estava bancando e levando a casa nas costas enquanto eu corria atrás de minha paixão!

Qual o valor disso? Será que a missão paga a conta mesmo?

Por que tem que ser assim?

Isso era certo?

Era justo com ela?

Estávamos com uma filha pequena!

Em 2009, estava no meu primeiro ano na Crescimentum, bem no olho do furacão da crise financeira período no qual todos estavam apertando os cintos, e liguei várias vezes para ela chorando e dizendo que iria voltar para Mogi e retomar minha profissão de Professor.

Ela respondia que eu deveria seguir minha paixão de desenvolver pessoas, ela apostava em mim, dizia que tudo daria certo e que eu era sua bolsa de valores e em algum momento as coisas iriam acontecer.

Ela estava totalmente certa.

Eu segui meu coração!

Um estudo realizado ao longo de 20 anos, com 1.500 pessoas revelou algo impressionante:

Inicialmente o grupo fora dividido em A e B, A ficou com 83% dos participantes que estavam iniciando suas carreiras com base no conceito de ganhar dinheiro no presente para fazerem o que realmente gostassem no futuro.

O Grupo B, formado pelos outros 17% que escolheram sua trajetória profissional com base no que realmente os faria felizes no momento presente e o dinheiro seria uma consequência natural.

Ao final de 20 anos, o estudo chegou ao resultado impressionante de 101 milionários com condições de vida invejável, sucesso, reconhecimento e principalmente felicidade. O maior detalhe da pesquisa ficou em apenas um ponto:

DOS 101 MILIONÁRIOS, 100 ERAM DO GRUPO B!

Após ler esse estudo a pergunta que faço a você é:

Você tem paixão pelo que faz?

Em uma escala de 0 a 10, como está a sua paixão hoje pelo seu trabalho?

Pela sua vida pessoal?

Com base em suas respostas anteriores, o que você precisa fazer para chegar ao 10?

Se tiver Paixão com certeza terá mais chances de ir mais longe e atingir o auge da Felicidade!

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Todos Temos o Talento de Acreditar que não Temos Talentos

TODOS TEMOS O TALENTO DE ACREDITAR QUE NÃO TEMOS TALENTOS.

Ficamos admirados com pessoas como Lionel Messi, Silvio Santos, Nelson Mandela, Bernardinho, Ray Charles, Michael Jordan e muitos outros, costumamos dizer que todos eles possuem algo em comum: TALENTO!

Mas será que realmente ter TALENTO garante a você o sucesso desejado?

“Tenha sucesso e sempre haverá tolos para dizer que você tem talento.” (Édouard Pailleron )

Essa confusão é comum e faz com que muitas pessoas associem sucesso a TALENTO, só que uma coisa não está necessariamente ligada à outra, uma vez que eu e você com certeza conhecemos muitas pessoas que o possui e jamais chegaram ao sucesso.

“O amigo de um amigo meu” é um cara de muito TALENTO, ele sabe trabalhar como pintor, pedreiro, gesseiro, eletricista, encanador, praticamente um faz tudo. Cobra um preço justo com qualidade garantida. Contudo, ele possui um problema que ofusca esse talento: ele não cumpre prazos; promete algo pronto em três dias e no terceiro dia não o cumpre. Isso porquê ele acumula trabalhos das semanas anteriores que ainda não concluiu e frequentemente assume outras tarefas e não dá conta de nenhuma.  Ou seja, ele não entrega o que prometeu na semana passada, nem o que prometeu para amanhã, acumula tarefas e não entrega totalmente nem um e muito menos os outros.

Outro exemplo, é Adriano “O Imperador”, jogador de futebol internacionalmente reconhecido por seus gols e seus questionáveis comportamentos extracampo. Hoje sem clube, mas com TALENTO.

Qual seria então seu maior problema em voltar a brilhar?

Gosto muito da definição que TALENTO, te dá uma vantagem inicial e que você precisa continuar a trabalhar nele para que essa vantagem não se perca ao longo de sua jornada. O caminho mais difícil do sucesso é o de continuar a mantê-lo.

Algumas pessoas se apoiam totalmente em seus talentos e acreditam que somente eles as conduzirão aos patamares de sucessos desejados.

O que separa a pessoa talentosa da bem sucedida é o trabalho duro escondido por trás desse TALENTO. É quando se entende como pode desenvolvê-los e faz a importante  escolha de trabalhá-los para atingir alta performance.

O preço desta conquista pode não ser baixo, mas o fruto pode potencializar uma atitude que pode fazer a diferença entre 10 ou entre 10.000 profissionais, cabendo a escolha para você.

Abrindo o Baú de Talentos:

a)      Se for verdade que todos nós temos talentos, quais são os seus maiores talentos?

Se tiver dificuldades, pergunte para 5 pessoas próximas quais são seus maiores talentos.

b)      É comum pessoas focarem a maior parte de seu tempo para desenvolverem seus pontos fracos!

Quando refere-se a questões de atitude e caráter a discussão caminha para um lado e quando há o ponto fraco refere-se a Habilidades, a reflexão que quero que você faça é a seguinte:

Em uma escala de 0 a 10, é comum uma pessoa trabalhar duro e subir 2 ou até 3 pontos de acordo com o John C. Maxwell em seu Livro ” Talento não é Tudo”.

Vou exemplificar: Em uma habilidade como Organização, tendo uma nota 4 em sua avaliação de performance, com muito esforço, plano de ação e Coaching essa pessoa poderá aumentar sua avaliação para uma nota entre 6 ou 7, de acordo com John C. Maxwell.

A pergunta e Reflexão é: Porque não investir mais tempo nos pontos fortes como Criatividade ou Comunicação que ela possui nota 8 e pode chegar a 9 ou até 10?

A maioria das pessoas busca desenvolver os TALENTOS que não possui para tentar ser alguém que não é! ( Anônimo )

Qual é a nota dos seus talentos hoje?

Qual seria a nota ideal dos seus talentos?

O que você fará para maximizar seus talentos começando hoje?

 

c)       O Seu Talento Maximizado começa pelo começo:

A primeira coisa que você deve fazer para desenvolver seus TALENTOS, é acreditar que você tem TALENTOS!

Como você quer que o mundo perceba seus TALENTOS?

Se você descobrir essa resposta, me conte!

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Transformando eu em Nós!

Em um dos melhores bate papos que já tive com um executivo, o diretor de uma grande empresa confidenciou-me sua situação:

– Olha Caê, estou há mais de 20 anos nessa empresa. Comecei de baixo, como ajudante de produção, passei por Operador, Líder de turno, Especialista, Analista e muitas outras funções até chegar ao cargo de Diretor.

– Os anos foram bem generosos comigo.

– Obtive muitas conquistas em minha vida pessoal e profissional. Por diversas vezes, senti-me poderoso. Porém, tenho me sentido muito sozinho e isolado, com inseguranças e medos.

– Às vezes, simplesmente necessito de um feedback, para saber se estou indo bem ou mal. O pior é não ter com quem dividir tudo isso. O Conselho da empresa só fala em metas e números. Fico horas e horas em reuniões improdutivas com outras diretorias. Meus 10 liderados diretos rodam o Brasil todo para garantir a excelência da execução.

– Abaixo deles, existem 200 pessoas que só vejo em convenções e reuniões quadrimestrais. Sinto-me como o Diretor apenas, e não uma figura que eles poderiam falar abertamente, sobre qualquer assunto.

– E como posso reverter esse quadro?

Então…..

Primeiro, parabenizei-lhe pela sinceridade e transparência em compartilhar sobre seu atual momento. Na sequência, baseado nos 5 diferentes times que qualquer pessoa que busca sucesso pode ter a seu favor, fiz-lhe algumas perguntas: Família

Qual papel sua família exerceu na sua vida e especificamente no seu desenvolvimento para chegar até aqui?

Quanto eles são importantes para você e como estão hoje inseridos em seu dia a dia?

Como você os valoriza?

Amigos

Qual o papel de seus amigos em sua jornada como líder?

Se as coisas não derem certo para você, com quais dos seus amigos você pode verdadeiramente contar?

Descreva um relacionamento que tem sido mutuamente benéfico para você por um longo período.

Descreva um relacionamento que não deu certo para você ou pelo qual você sente algum nível de responsabilidade. O que você faria de maneira diferente, se pudesse voltar no tempo?

O quanto eles são importantes para você e como estão hoje inseridos em seu dia a dia? Como você os valoriza?

Mentores

Ao longo de sua jornada como líder, quem foram seus mentores?

Quais foram os maiores aprendizados com eles?

Você desenvolveu um relacionamento de mão dupla?

O quanto eles são importantes para você e como estão inseridos hoje em seu dia a dia? Como você os valoriza?

Equipe Atual

Qual foi o melhor momento ou a maior conquista desse time?

Quais foram os maiores aprendizados que você teve trabalhando com eles?

Quais são as pessoas mais importantes para esse time e porque? Você já disse isso a eles?

Quais as pessoas que precisam de apoio, treinamento e desenvolvimento nesse time? De que forma você pode ajudá-los?

O quanto eles são importantes para você e como estão inseridos hoje em seu dia a dia? Como você os valoriza?

Membros do Conselho

Qual o tipo de pessoa que você gostaria de contar em seu conselho pessoal? Cite 5 pessoas que estariam nesse conselho.

Quais dessas pessoas você possui um relacionamento de mão dupla hoje? O que elas podem trazer de aprendizados em sua jornada?

O quanto eles são importantes para você e como estão inseridos hoje em seu dia a dia? Como você os valoriza?

Após fazer todas essas perguntas para o executivo, resumi em uma só pergunta:

As pessoas se isolaram de você ou você foi quem se afastou delas?

Existe um livro que o tema já fala por si: Ninguém faz Sucesso Sozinho!

Michael Jordan diz em sua biografia que cada arremesso nos segundos finais do jogo não era apenas realizado através de suas mãos.
Cada cesta era a realização de 10 mãos, cada uma com seu papel, defendendo, armando, pegando rebotes, para proporcioná-lo a oportunidade de fazer o seu melhor, e no final era isso que decidia o jogo.
Na família Schurmann, trabalhar os diferentes grupos de pessoas como citei acima era fundamental.
Cada um possuía responsabilidade sobre seu importante papel em variados cenários, deixando como o maior legado o de fazer com que um grupo de pessoas comuns construísse algo extraordinário, dando a volta ao mundo dentro de um veleiro. Sozinho, nenhum deles conseguiria.
Pense em como você pode transformar de fato o “Eu” em “Nós”.